“A maioria das celebridades não é dona dos próprios jatos — elas alugam ou fretam.”
Há três maneiras de voar de jato particular sem ser dono de nada: fretamento sob demanda (pagando por viagem), jet cards (horas pré-pagas) e propriedade fracionada (comprando uma cota de uma frota, como na NetJets ou na Flexjet). Para quem voa 50–100 horas por ano — a maioria dos músicos em turnê e atores —, essas opções são muito mais baratas e simples do que ser dono, então é isso que a maioria faz.
A propriedade integral começa a fazer sentido acima de cerca de 200–300 horas por ano, ou quando privacidade e controle importam mais do que dinheiro. Registros da FAA mostram muitos jatos de celebridades registrados em nome de LLCs ou trusts, e não da pessoa, o que é legal, normal e um dos motivos pelos quais as pessoas presumem que o jato é "alugado" quando na verdade é próprio.
Também há híbridos. Um jato pode ser de uma estrela, mas gerenciado e fretado a terceiros por um operador como a VistaJet ou a Clay Lacy, de modo que um fã que reserve um fretamento poderia, em teoria, voar nele. E o inverso acontece: um jato com o nome de uma celebridade pintado na fuselagem (o Air Drake, do Drake, por exemplo) pode ser fornecido sob um acordo comercial em vez de comprado.
O boato é uma boa suposição padrão; as exceções é que são muito visíveis.
Fontes: faa.gov · en.wikipedia.org