Perseguindo o pôr do sol
Voe para oeste rápido o bastante em alta latitude e o pôr do sol para — ou até anda para trás. O globo aqui é iluminado pela posição real do sol em cada momento do voo.

Perseguindo o pôr do sol
Física, não mágica
Por que funciona
A Terra gira 15 graus de longitude por hora. No equador, isso dá cerca de 900 nós — muito mais rápido do que qualquer jato executivo. Mas os paralelos ficam mais curtos perto dos polos: a 60° norte, acompanhar o sol exige só cerca de 450 nós, bem dentro da velocidade de cruzeiro de um jato moderno de longo alcance.
A rota
Esta simulação sai de Helsinque ao pôr do sol no equinócio de março, voa para oeste até Reykjavik e segue sobre a Groenlândia e o norte do Canadá até Anchorage. No primeiro trecho, o sol fica parado no horizonte; no segundo, depois de um breve crepúsculo sobre a Groenlândia, o jato ultrapassa o sol e ele volta a subir no céu.
Experimente de verdade
Passageiros de companhias aéreas notam o mesmo efeito nos voos de fim de tarde rumo ao oeste, da Europa para a América do Norte: um pôr do sol que parece durar horas. A iluminação do globo e o ângulo do sol mostrados aqui são calculados para cada momento simulado.
A rota
Mais tours

Semana de Davos: a grande ponte aérea alpina
Todo mês de janeiro, o Fórum Econômico Mundial transforma a Suíça num dos polos de aviação executiva mais movimentados do planeta. Acompanhe um jato de Nova York a Zurique e depois Alpes adentro — e veja todos os outros convergirem.

Semana do Super Bowl: a revoada de jatos particulares
Poucos eventos movimentam tantos jatos executivos quanto o Super Bowl. Veja a frota convergir para Los Angeles — sede do jogo de novo em fevereiro de 2027 — e descubra onde todos estacionam.

A volta ao mundo em três trechos
Com alcance de cerca de 8,000 milhas náuticas, os jatos executivos de maior alcance da atualidade conseguem dar a volta ao planeta com apenas duas escalas. Veja como seria.