Física, não mágica

Perseguindo o pôr do sol

Voe para oeste rápido o bastante em alta latitude e o pôr do sol para — ou até anda para trás. O globo aqui é iluminado pela posição real do sol em cada momento do voo.

Perseguindo o pôr do sol
Photo: Mitchul Hope · CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
Sky View · Simulação

Perseguindo o pôr do sol

Física, não mágica

Trechos
2
Distância
4,231 nm
Tempo no ar
9h 26m

Por que funciona

A Terra gira 15 graus de longitude por hora. No equador, isso dá cerca de 900 nós — muito mais rápido do que qualquer jato executivo. Mas os paralelos ficam mais curtos perto dos polos: a 60° norte, acompanhar o sol exige só cerca de 450 nós, bem dentro da velocidade de cruzeiro de um jato moderno de longo alcance.

A rota

Esta simulação sai de Helsinque ao pôr do sol no equinócio de março, voa para oeste até Reykjavik e segue sobre a Groenlândia e o norte do Canadá até Anchorage. No primeiro trecho, o sol fica parado no horizonte; no segundo, depois de um breve crepúsculo sobre a Groenlândia, o jato ultrapassa o sol e ele volta a subir no céu.

Experimente de verdade

Passageiros de companhias aéreas notam o mesmo efeito nos voos de fim de tarde rumo ao oeste, da Europa para a América do Norte: um pôr do sol que parece durar horas. A iluminação do globo e o ângulo do sol mostrados aqui são calculados para cada momento simulado.

A rota

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