Semana de Davos: a grande ponte aérea alpina
Todo mês de janeiro, o Fórum Econômico Mundial transforma a Suíça num dos polos de aviação executiva mais movimentados do planeta. Acompanhe um jato de Nova York a Zurique e depois Alpes adentro — e veja todos os outros convergirem.

Semana de Davos: a grande ponte aérea alpina
Todo mês de janeiro
O que acontece
Durante uma semana, todo mês de janeiro, a reunião anual do Fórum Econômico Mundial leva chefes de Estado, presidentes de empresas e investidores a Davos, uma estação de esqui no leste da Suíça. Muitos chegam de jato executivo, e as aeronaves convergem para a Suíça vindas de todos os continentes.
Para onde vão os jatos
Davos não tem aeroporto. Zurique é a principal porta de entrada; outros usam Genebra, Basileia ou o pequeno aeródromo alpino de Samedan, perto de St. Moritz — a cerca de 5,600 pés, um dos aeroportos mais altos da Europa. O último trecho é feito de carro, trem ou helicóptero: cerca de duas a três horas de estrada a partir de Zurique.
O problema do estacionamento
Os pátios lotam rapidamente na semana do Fórum. Alguns jatos deixam os passageiros e seguem para estacionar em outros aeroportos, voltando para buscá-los no fim da semana — o que acrescenta voos vazios à conta.
O debate
Como o Fórum discute mudanças climáticas, seu tráfego de jatos particulares é alvo frequente de ativistas. Um estudo encomendado pelo Greenpeace contou mais de 1,000 voos de jatos particulares de e para aeroportos que atendem Davos durante a reunião de 2022.
A rota
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Perseguindo o pôr do sol
Voe para oeste rápido o bastante em alta latitude e o pôr do sol para — ou até anda para trás. O globo aqui é iluminado pela posição real do sol em cada momento do voo.