
“Pousar em St. Barth é o pouso mais perigoso do mundo — você precisa de uma licença especial.”
A aproximação para a pista 10 passa sobre o Col de la Tourmente, uma sela nos morros onde uma estrada cruza logo antes da cabeceira. As aeronaves descem num ângulo que seria impensável num aeroporto normal, arredondam tarde e param antes da areia. As decolagens vão no sentido oposto, direto sobre a praia de St. Jean, onde turistas são regularmente filmados levando um jato de areia.
As regras do aeroporto exigem que os pilotos tenham uma qualificação específica do local, emitida após treinamento com um instrutor local, e limitam as aeronaves a 20 assentos e tipos de pista curta. É por isso que você "não pode ir de jato particular a St. Barth": você voa de jato até St. Maarten (SXM), a dez minutos, e pega um Twin Otter da Winair, um PC-12 da Tradewind ou um helicóptero para o trecho final. Um PC-12 pilotado por uma tripulação qualificada é o que há de mais próximo de chegar com estilo.
O histórico de acidentes é modesto, considerando o tráfego — a queda fatal de um Twin Otter em 2001 é o caso notável. Os aeroportos que os pilotos de fato consideram mais difíceis envolvem montanhas, altitude, impossibilidade de arremeter e ausência de aproximação por instrumentos. St. Barth não tem nenhum problema de altitude e tem tempo lindo na maior parte do ano.
Fontes: en.wikipedia.org · tradewindaviation.com
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